
Além do sedã, marca japonesa apresentará em abril o híbrido Prius e as versões bicombustível da Hilux e da SW4
Carsale - Durante o evento de lançamento da nova linha 2012 da picape Hilux e do SUV SW4, o vice presidente para o Mercosul da Toyota, Luiz Carlos Andrade Júnior, divulgou que o novo Camry será apresentado no Brasil no primeiro trimestre de 2012. Porém, a reportagem do Carsale apurou mais informações e conseguiu confirmar que o sedã grande japonês chegará ao mês de março.
Segundo uma fonte ligada a montadora, a programação de lançamentos do ano que vem está toda organizada. Além do Camry, no mês de abril, chegam o veículo híbrido Prius e as versões com motor bicombustível da Hilux e SW4, ambas já apresentados oficialmente à imprensa. “Normalmente seguimos as mesmas regras. Programamos lançamentos para março/abril e depois no segundo semestre para outubro/novembro”, disse a fonte.
Os preços do petróleo e do etanol no mundo devem registrar, até o final da década, altas de 43,1% e 125,9%, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira (21) pela Ernst & Young e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No Brasil, no entanto, a previsão é que as altas médias sejam menores, alcançando 18,7% e 7% até 2020.
A elevação de preços, resultado do desequilíbrio entre o crescimento da demanda e incorporação de novas reservas, vai limitar o crescimento econômico mundial na década, até 2020. Segundo a pesquisa, a economia mundial vai deixar de crescer 0,52 ponto percentual ao ano por conta do aumento no preço dessas fontes de energia.
“O petróleo, no longo prazo, vai ter uma trajetória ascendente no preço, de 35% a 60% (no mundo) até 2020. A época do petróleo barato acabou”, afirma Fernando Blumenschein, integrante da FGV Projetos. “A principal variável que pode afetar o petróleo no longo prazo é o crescimento do PIB mundial. À medida que a economia mundial cresce, pode se esperar uma pressão sobre o preço do petróleo”, complementa.
Com relação ao etanol, Blumenschein destacou que a oferta não deve mudar muito, nesta década, ao passo que a demanda vai crescer. Sobre o gás natural, o especialista da FGV acredita que, até 2020, o Brasil deve se tornar autosuficiente. “O país, talvez, até se torne um exportador de gás natural”, acrescenta Blumenschein.
Gasolina pode chegar a R$ 3,53
De acordo com o estudo, em 2020, o preço médio do etanol vai ficar entre R$ 1,37 e R$ 2,03 por litro, representando desde uma queda de 13% a um aumento de 29% em relação ao seu valor atual.
“O cenário de deslocamento entre as cotações nacional e internacional tornará o mercado consumidor brasileiro cada vez menos interessante para o produtor local, que vai priorizar as exportações”, analisa Elizabeth Ramos, sócia para o setor de petróleo e gás da Ernst & Young. “A política de subsídios à produção de etanol tem influência direta na produção brasileira, na medida em que vai definir a possibilidade de exportação, ou não, do produto”, acrescenta Blumenschein.
“O estudo mostra que o fato de a Petrobras exercer um controle sobre os preços da gasolina e do etanol praticados diretamente ao consumidor faz com que o Brasil usufrua de uma condição privilegiada em relação ao resto do mundo, no que diz respeito ao impacto do setor de combustível sobre o desempenho do PIB nacional e no controle de preços”, avalia Elizabeth.
No entanto, a pesquisa afirma que será necessária uma transição para um regime no qual os preços no Brasil acompanhem mais de perto o mercado internacional. Caso isso ocorra, em 2020, segundo o estudo, o preço médio da gasolina no Brasil pode alcançar R$ 3,53 por litro, um acréscimo de até 41% em relação ao valor cobrado atualmente.
Alta do barril de petróleo
A pesquisa mostra que, nesta década, a tendência é a eletrificação da frota de veículos, além do desenvolvimento de novas tecnologias de produção de biocombustíveis. Mas, apesar de o petróleo estar sendo substituído por combustíveis alternativos, como o etanol, a estrutura produtiva mundial não está preparada para atender ao crescimento da demanda.
O estudo afirma que “o impacto da introdução do chamado etanol de segunda geração só passará a ser sentido no final da década”. Exatamente por isso, segundo a pesquisa, a tendência é que o preço do petróleo suba: o preço médio real do barril de óleo equivalente (boe), no mundo, deve subir, até 2020, entre 99% e 154%, alcançando de US$ 292 a US$ 374.
Desafios
Segundo a pesquisa, existe uma deficiência na formação de engenheiros no Brasil. “Há um déficit de capital humano, o que não é novidade. A questão é que o pré-sal é uma fronteira tecnológica muito nova, e ainda em estudo, e são necessários engenheiros para isso”, afirma Elizabeth. “Vão vir profissionais estrangeiros para cá”, prevê Blumenschein. O estudo aponta que as universidades vão ter que formar mais engenheiros de petróleo, navais e de perfuração.
Outro ponto abordado pela pesquisa é a necessidade de se gerenciar de forma eficaz e sem desperdícios a atividade de exploração e produção de óleo. “Hoje, a média de custo diário de exploração de petróleo pode ir de US$ 250 mil a US$ 1 milhão, dependendo da localização do poço. Então, é desnecessário dizer a importância do gerenciamento do custo de uma empresa nesse ramo de atividade”, finaliza Elizabeth.
Polícia Militar busca carros menores e mais ágeis
O Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) está em busca de novos blindados para substituir os conhecidos “caveirões brasileiros”. Alguns carros estão em fase de teste, para escolher qual deles será adquirido pela Secretaria de Segurança Pública.
Segundo o Bope, dois modelos já passaram por avaliações: o caveirão russo e o sul-africano. Além de um blindado francês, algumas empresas brasileiras também passarão por testes no batalhão.
Segundo o cabo Marcelo Silva, o veículo precisa ser compacto e atender às necessidades da polícia.
- Os blindados precisam ter mobilidade para andar em qualquer tipo de terreno e ser ágeis. O mais importante de tudo, sem dúvida, é a blindagem.
Ainda de acordo com o cabo, a manutenção dos carros importados pode ser feita pela equipe da Polícia Militar ou por qualquer outra empresa brasileira.
O segmento de blindagem automotiva vem pegando carona com a crescente violência urbana, o que manteve este mercado em alta no país no primeiro semestre de 2011. De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Blindagem (ABRABLIN), 3.720 veículos receberam esse tipo de proteção nos primeiros seis meses do ano, um aumento de 8,39% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando 3.432 carros foram blindados.
A blindagem mais praticada no mercado é a de nível III-A, que suporta até tiros de pistolas 9mm e revólveres .44 Magnum. “Esse nível de proteção é o mais adequado à atual realidade enfrentada nos grandes centros, pois garante proteção contra as maiores ameaças de armas curtas de fogo (revólveres, pistolas e submetralhadoras) em mãos da criminalidade”, explica Christian Conde, presidente da ABRABLIN.
No ranking dos estados, São Paulo concentra 80% dos carros blindados do país. Essa liderança é devida tanto à concentração no estado da maior frota de veículos como pelo aumento da criminalidade. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de SP, os casos de latrocínio – roubo seguido de morte – registraram crescimento de 12% na comparação entre os mesmos períodos, assim como o de roubo de carros, que teve alta de 9,77% (de 34.301 para 37.652 motoristas assaltados).
O Rio de Janeiro vem em segundo lugar, com 10%, seguido por Pernambuco e Paraná, com 2% cada. Os outros 6% desse universo blindado estão distribuídos entre os estados da Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. “O setor tem passado por uma descentralização. Estados do Nordeste, por exemplo, que antes não constavam nas estatísticas da entidade, passaram a ter participação, assim como os estados que compõem a região Sul do país. Esses dados mostram que a violência extrapolou os grandes centros urbanos e que a sensação de insegurança está instalada nas mais diversas regiões brasileiras”, afirma Conde.
A pesquisa da entidade também revela o perfil do usuário de blindagem no primeiro semestre do ano. A maioria (65%) continua sendo composta pelo sexo masculino. Desse universo, 22% estão na faixa etária que vai de 50 a 59 anos. Já com relação às mulheres usuárias da proteção balística (35%), a maior parcela, ou 30%, está na faixa de 40 a 49 anos. Do universo total dos usuários, 85% são executivos/empresários; 3%, artistas/cantores; 3%, juízes; 2%, políticos; outras ocupações (7%) completam o perfil.
Entre os carros mais blindados no semestre, de acordo com a ABRABLIN, os importados reapareceram com força. O Tiguan, da Volkswagen, foi o campeão, desbancando o Corolla da Toyota, que figurava em primeiro no ranking dos blindados desde 2004, seguido pelo XC-60 da Volvo. O Santa Fé, da Hyundai, o Discovery, da Landrover, e o Azera, modelo também da Hyundai completam o rol dos veículos mais blindados durante os seis primeiros meses de 2011. “A queda do dólar e o consequente maior poder de compra do real influenciaram nesse ranking. A situação de ambas as moedas permitiu que pessoas que tinham cerca de R$ 80 mil para investir em um Corolla dessem um upgrade e com mais R$ 10 mil adquirissem um modelo importado bem conceituado como o Tiguan, por exemplo”, explica Conde.
A pesquisa foi feita com a participação de 28 blindadoras filiadas à entidade, que representam 75% da produção total de veículos blindados no Brasil.
Em baixa desde seu retorno à Fórmula 1, Michael Schumacher tem um motivo especial para aguardar com ansiedade o GP da Bélgica, no próximo domingo. O alemão completará no final de semana os 20 anos de sua estreia na categoria, no mesmo circuito de Spa-Francorchamps.
"A corrida em Spa com certeza terá um toque especial para mim. Foi onde eu comandei um carro da Fórmula 1 pela primeira vez, há 20 anos", comenta Schumacher. "É difícil acreditar que tanto tempo já se passou. Muito mudou nesses 20 anos, com exceção de uma coisa: o traçado continua sensacional", elogia.
Com boas lembranças de Spa, o alemão diz que o circuito belga é a sua "sala de estar". "Para mim, Spa ainda é a minha ''sala de estar'', porque tem sido a etapa na qual muitas coisas importantes têm acontecido em toda a minha carreira".
Empolgado também pelo retorno da F-1, depois de um mês sem corridas, o piloto da Mercedes promete surpreender na Bélgica. "Estamos todos voltando do recesso de verão com muita motivação e energia. Vamos tentar deixar um ponto de exclamação no GP da Bélgica".
AE - Agência Estado